23 de Julho de 2009
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Publicada em 29/10/13

Dia Mundial da Psoríase conscientiza sobre cuidados com a pele

Dermatologia da Paraná Clínicas alerta para o diagnóstico precoce da doença que ainda não tem cura

Nesta semana é celebrado o Dia Mundial da Psoríase (29 de outubro). Trata-se de uma doença crônica de pele (lesões avermelhadas e descamação) que se localiza, principalmente, nos joelhos, cotovelos e couro cabeludo e que afeta entre 1% e 2% da população brasileira. Segundo a dermatologista credenciada da Paraná Clínicas Planos de Saúde Empresariais, Helena Zenedin Marchioro, a doença não é transmissível, mas pode acometer pessoas de qualquer idade e sexo, embora os adultos, com idades entre 20 e 50 anos, sejam os mais afetados.

"As principais causas dessa doença ainda não estão completamente esclarecidas, mas podemos afirmar que existem influências genéticas e de fatores do ambiente", explica Helena. A psoríase ainda não tem cura, mas alguns cuidados podem amenizar os efeitos da doença, como evitar o estresse e restringir a utilização de alguns medicamentos, como certos tipos de anti-inflamatórios. A automedicação não deve ser praticada, por isso, é preciso sempre buscar orientação médica.

Benefícios do sol

Os efeitos da psoríase costumam ser agravados no inverno e amenizados nas estações mais quentes. Por este motivo, a exposição ao sol é uma maneira que o paciente encontra para ter mais conforto. Contudo, esta exposição deve ser controlada e durar apenas cerca de 10 minutos em horários mais amenos, como antes das 10h ou após as 16h.

Dependendo da gravidade da doença, a medicina atual oferece tratamentos que utilizam medicamentos orais, injetáveis e tópicos, aqueles que são aplicados direto na pele. Em alguns casos pode ser utilizado tratamento com radiação ultravioleta, chamado fototerapia.


Sinais da doença

O quanto antes a doença for identificada, melhor será o resultado do tratamento. "Os primeiros sinais da psoríase são lesões leves na pele com uma coloração avermelhada, descamação dessas regiões e também do couro cabeludo, que, muitas vezes, pode ser confundido com caspa. Por isso é importante buscar o médico assim que estes elementos forem identificados", alerta a dermatologista.