23 de Julho de 2009
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Publicada em 29/10/13

Adolescentes apostam cada vez mais nas Cirurgias Plásticas para corrigir o que consideram de imperfe

Lipoaspiração lidera o ranking de preferência entre os adolescentes e Prótese nos Seios aparece em 2º. Lugar nas pesquisas



As brincadeiras amarelinha, esconde-esconde, casinha e tantas outras faziam parte dos divertimentos das meninas. Hoje, a realidade é outra. As garotas se tornam moças cada vez mais cedo, apresentam o corpo desenvolvido e trocam as bonecas pelos esmaltes da moda, variam nos cortes de cabelos, dão preferência por roupas, calçados e bolsas de marca, enfim querem estar fashion o tempo todo. E claro, o celular complementa o look. Na agenda: namoros e baladas. Já os meninos, demoram mais para ficarem moços, encorpam após os 18 anos.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o período da adolescência compreende dos 10 aos 20 anos, onde ocorre a transição entre a infância e a idade adulta.

A Dra. Edith Horibe, cirurgiã plástica, PhD pela Faculdade de Medicina da USP, expoente em Estética Médica e Gestão de Idade, explica que antes do adolescente passar por uma cirurgia plástica é necessário avaliar se os anseios são mesmo reais ou fantasiosos, se as expectativas vão além do que se pode conseguir e dependendo da cirurgia se ele já alcançou o seu limite de crescimento.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o período da adolescência compreende dos 10 aos 20 anos, onde ocorre a transição entre a infância e a idade adulta.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), enquanto o número de adolescentes que recorrem à plástica tem aumentado nos últimos anos, a idade delas também vem diminuíndo. Quinze anos de idade é a média para a colocação de silicone, por exemplo.

Isso comprova os números recentes de um levantamento feito pela SBCP, o qual mostrou que o número de jovens de 13 a 18 anos que fizeram cirurgias estéticas saltou de 37 mil para 91 mil cirurgias entre 2008 e 2012. Em quatro anos as cirurgias plásticas entre esse público adolescente cresceu 141%. A lipoaspiração lidera a lista, em seguida aparece a prótese nos seios.

A Dra. Edith Horibe, cirurgiã plástica, PhD pela Faculdade de Medicina da USP, expoente em Estética Médica e Gestão de Idade, explica que antes do adolescente passar por uma cirurgia plástica é necessário avaliar se os anseios são mesmo reais ou fantasiosos, se as expectativas vão além do que se pode conseguir e dependendo da cirurgia se ele já alcançou o seu limite de crescimento. "Agora nas férias de julho, a procura pelos procedimentos estéticos aumenta, já que ser rotulada de "reta" ou de muito "gorda" é inevitável, o que acaba incomodando e constrangendo muitas adolescentes. Os meninos também recorrem às cirurgias, reclamando do nariz, da orelha muito feia", afirma.

A médica explica que a cirurgia muitas vezes não é necessária, mas dependendo do caso é o que faz a pessoa sentir-se bem e ter uma vida social saudável. É fundamental o cirurgião plástico estar preparado para explicar tudo ao paciente, como serão as etapas da cirurgia, quais os requisitos, o pré e pós-operatório e todas as informações necessárias.

Para a Dra. Edith Horibe, quando a pessoa acha "um defeito" nela mesma, imagina que todos a sua volta são capazes de enxergar também. "No caso das adolescentes isso acontece de forma intensa, quase cruel", explica a cirurgiã.



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