23 de Julho de 2009
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Publicada em 16/04/26

Kallas Mídia OOH Em Projeto Inédito No Centro Histórico De São Paulo

Fachadeira será instalada no Edifício São João, antiga sede do Banco do Brasil

A reocupação de edifícios históricos no centro de São Paulo ganha força em meio a um ciclo de revitalização urbana que alia a preservação do patrimônio, novos usos e atração de investimentos privados. Nesse contexto, o Edifício São João, antiga sede do Banco do Brasil na Avenida São João, passa por processo de restauro conduzido pela iniciativa privada, com foco em sua valorização histórica. 

A Kallas Mídia OOH se insere nesse movimento ao estrear nas ruas da capital paulista com projeto inédito no País, conectando mídia, financiamento urbano e requalificação do centro. 

Durante o período das obras, com duração prevista de 18 meses, o edifício receberá telas de proteção patrocinadas em suas fachadas. A estrutura soma mais de 2.400 m² de alta visibilidade voltada ao Vale do Anhangabaú e seu entorno, em conformidade com as normas municipais, e marca o retorno da Kallas às ruas de São Paulo. 

Tradicionalmente utilizadas para segurança e contenção em obras e restauros, essas telas, conhecidas como fachadeiras, ganham neste projeto nova função, passando a operar como suporte de mídia patrocinada, transformando o edifício em ativo de comunicação em escala arquitetônica. O projeto foi aprovado pela Prefeitura de São Paulo, por meio do Termo de Cooperação 6025.2024/0027892-0, firmado com a Secretaria Municipal de Cultura. A intervenção totaliza 2.673 m², sendo 2.400 m² destinados à comunicação do patrocinador e 273 m² aos órgãos responsáveis pelo restauro. Vale destacar que durante todo o período de restauro, somente uma marca, além dos órgãos oficiais, poderá ocupar o espaço. 

A viabilização do projeto ocorre por meio de parceria entre a Kallas Mídia OOH e a Tivio Capital, detentora do Termo de Cooperação firmado com a Secretaria Municipal de Cultura e responsável pela condução do processo junto ao poder público. A atuação conjunta permite conectar o restauro do edifício à exploração de mídia nas fachadas, tornando o ativo possível ao alinhar investimento privado, preservação patrimonial e uso qualificado da paisagem urbana.  

Jorge Luiz Mussolin